Negro, branco, amarelo É gente! Gente que sorri, gente que chora Gente que canta, gente que acalanta Gente que vive, gente que sobrevive Igualmente, gente. Em toda sua essência é gente, Na diversidade da cor da pele, No tracejar dos olhos, Na linguagem colocada, No delinear do cabelo É isto que o torna gente!
Então gente, Quando se imaginou a superioridade? E como brotou a indiferença? Em que vírgula do acaso surgiu a prepotência? E onde gente se achou melhor que gente?
Volta gente, revê seu lugar Perceba sua estrutura, Gente, só pode ser igual a gente, Retoma tua essência, tua natureza, Afinal, gente é gente!
Genésio Mendes de Seixas
22:00 - 01/05/2009
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